domingo, 14 de abril de 2013

Cenas mágicas e tal…

Como o Mário não sabe o que fez ao post que devia ter sido colocado no lugar deste, vou ter que vos chatear com mais uma das minhas considerações profundas sobre cenas e coisas que se passam no fantástico mundo das séries. 

Mais uma vez, como somos um casal super híper mega ri-fixe não podíamos perder o regresso da série de investigação “Bones”, já na 8.ª temporada a provar que andar a escarafunchar nos mortos nunca passa de moda, diz que até há umas pinturas velhas sobre isso e tudo...

 The old anatomy lesson and stuffz

Adiante, porque não é sobre as maravilhas da medicina forense e afins que pretendo filosofar hoje, mas antes sobre os fantásticos objectos e tecnologias de ponta que povoam o dia-a-dia das séries passadas em tempo contemporâneo. Não me refiro a coisas futuristas, de outras galáxias ou outros tempos que acidentalmente ocorrem na televisão, coisas tão boas como o Espaço 1999. 

Série super realista e futurista sobre pessoas que andam à deriva no espaço montados na Lua

Não. Refiro-me às infames possibilidades “enhance” que vão brotando do chão como cogumelos em tudo que é matéria de investigação criminal. Quando estava a ver a série com que comecei este post, enquanto estava intrigada e perfeitamente presa ao enredo que já não seguia há 3 ou 4 temporadas (sim, o meu serviço de televisão por cabo existia, eu é que não o usava assim muito…), deparei-me com o mais extraordinários ecrãs de computador, coisa que nem nunca teria sequer ocorrido ao Spock! Havia suspensas no ar (aparentemente flutuando…) umas placas de vidro transparente onde surgiam vários ecrãs ou janelas de programas informáticos, com um ar matrixiano, e foi nestas placas mágicas, onde tudo se passou telepaticamente, que mais um crime terrível foi desvendado. 

 Posto isto, começo por pensar se estas placas de acrílico super evoluído serão reais, depois interrogo-me porque motivo é que não existem em todas as instalações das polícias de investigação espalhadas pelo mundo (pelo menos nos países do 1.º mundo…). É que estes ecrãs futuristas poderiam, por exemplo, descobrir, num código de números em cascata, onde é que está a Maddie, sei lá, tipo, e isso era uma coisa que ajudava ao turismo no Algarve agora que o Verão se aproxima.

Ass: Mara Bel.

2 comentários:

  1. Se achas que Bones é o pior caso disso, permite-me provar o contrário: http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/ViewerFriendlyInterface

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  2. Bones não é certamente o pior caso, foi apenas a situação mais recente com que me deparei, mas existem outras piores e da vida real, como os Myth Busters arrombarem fechaduras de alta segurança só com fotocópias das impressões digitais...

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